Giovani Batista é um administrador e gestor público de sucesso. Nascido em Minas Gerais no município de Monte Carmelo, é casado e pai de três filhos. Filho de José Batista e Nair Gimenes Miranda, carrega de sua formação na Congregação Cristã no Brasil o compromisso com a ética, a verdade e o trabalho. Foi secretário de Governo de Santa Luzia.

Herdou do pai a paixão pelo trabalho bem feito. No dia a dia, observava com atenção seu jeito de tratar as pessoas, sua fé, dedicação, humildade, firmeza e pé no chão. Do conhecimento obtido em casa, foi buscar seus próprios caminhos. Ainda cedo, aos 14 anos começou a trabalhar como auxiliar de fotografia em um estúdio no Mato Grosso. Aos 21, abriu seu primeiro empreendimento em Belo Horizonte e começou sua trajetória de administrador de sucesso.

Trouxe para a gestão pública sua sólida experiência acumulada como administrador. Em poucos meses à frente da Secretaria de Governo de Santa Luzia, realizou importantes ações, assegurando o bom funcionamento dos serviços públicos, destaca-se pelo uso correto dos recursos, o que tem resultado em melhorias na qualidade de vida da população luziense.

Giovani Batista adotou Santa Luzia como sua terra. Cidade em que estabeleceu relação afetiva e de amizade. Durante os cerca de 25 anos em que atua no município, sempre se preocupou em conhecer de perto a realidade da população e envolver-se em lutas e projetos, visando, principalmente, à transformação político-social da cidade. Como secretário de Governo trabalhou para realizar antigos sonhos da população, como o novo Pronto-Socorro do Hospital Municipal.

Para Giovani Batista a participação na política é, antes de tudo, uma obrigação cristã e cidadã. Uma vez que é por meio da política que se faz possível lutar por uma sociedade mais justa e igualitária, como estabelece os valores evangélicos. Para ele, quem bem define essa questão é o papa Francisco: “Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão. Nós, cristãos, não podemos nos fazer de Pilatos e lavar as mãos. Não podemos! Devemos nos envolver na política porque a política é uma das formas mais elevadas da caridade, porque ela procura o bem comum.

"Os leigos cristãos não devem trabalhar na política". A política está muito suja, mas eu me pergunto: está suja por quê? Porque os cristãos não se envolveram nela com espírito evangélico? É uma pergunta que eu faço. É fácil dizer que a culpa é dos outros… Mas e eu, o que eu faço? Isto é um dever! Trabalhar pelo bem comum é um dever do cristão”.

Dentro desses princípios, Giovani Batista defende que a participação social é, portanto, uma das principais ferramentas para a garantia de um governo que atenda, de fato, as necessidades da população, contribuindo para a maior oferta e eficiência dos serviços públicos e para lisura na aplicação dos recursos. Por isso, assim como Martin Luther King, ele acredita que: “nossas vidas começam a terminar no dia em que permanecemos em silêncio sobre as coisas que importam”.

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