Minas e os desafios do futuro

Diante um cenário de transformações constantes em relação à economia, política, cultura e, principalmente, às novas tecnologias, surgem novas demandas, novas profissões, novos perfis de profissionais e políticos antigos.

É preciso ficar de olho nas transformações da sociedade e alterar a direção dos negócios, e, principalmente das políticas públicas.

Muito se discute como o Brasil chegou à mais profunda recessão de sua História e o que teremos de fazer para sairmos dela. Desta vez, temos uma razão estrutural e suas implicações: o atual vácuo de lideranças no país.

A política não aceita vácuo. Na História brasileira, vácuos de liderança e consequentes desacelerações econômicas agudas sempre resultaram em transições políticas e econômicas significativas. No início da década de 30, eles levaram à emergência de Getúlio Vargas e do Estado Novo; em meados dos anos 40, à 4ª República; em meados da década de 60, ao Golpe Militar; em meados dos anos 80, à redemocratização e no início da década de 90, ao impeachment de Collor e por último da Dilma.

Precisamos de mudanças significativas. De avaliar e discutir as qualidades que nossos políticos deveriam ter. Cabe a nós exigir e construir a transição para um país melhor. Cabe a cada um de nós responder quais deveriam ser as qualidades fundamentais de nossos líderes.

PARA COMEÇAR A REFLEXÃO, EIS TRÊS QUE, EM MINHA OPINIÃO, NÃO PODEM FALTAR.

VALORES ÉTICOS FORTES

a gravidade da atual crise de algumas grandes empresas, líderes políticos e líderes empresariais fala por si só. Nas palavras de Warren Buffett, “são necessários 20 anos para construir uma reputação e cinco minutos para destruí-la”.

PAIXÃO E PROPÓSITO FORTES

líderes que deixam marcas em empresas,
comunidades, países ou em todo o mundo sempre têm propósitos fortes e uma paixão inabalável para transformar seus propósitos em realidade. Não construíremos um país, uma cidade ou empresas que melhorem a vida das pessoas sem pessoas que acreditem que estas são causas pelas quais vale a pena lutar.

VISÃO DE LONGO PRAZO

Sem um objetivo claro de onde queremos chegar, ficamos à mercê dos ventos e tomamos decisões que, sem nos darmos conta, nos levam em direção ao precipício. Como melhorar a educação, a infraestrutura, o ambiente de negócios ou garantir a sustentabilidade da Previdência olhando só para o próximo ano, ao invés de para a próxima geração?

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